Dona Maria, eu de amarelo, de branco Lívia.
*** Uma vida cheia de luz é uma vida alegre, e era exatamente assim q Dona Maria entendia sua própria existência. Era no trabalho diário de casa, era nos quitutes divinos q fazia. Tudo q dona Maria fazia e distribuía às pessoas era amor, ela mais do q ninguém entendia as mazelas da vida. Sabia bem q às vezes a vida saia totalmente do rumo q ela gostaria de ter. Não foi a doença do filho caçula, nem a doença terminal do marido, q a faria parar de acreditar nas alegrias da vida, e não a fez. Dona Maria era uma mulher rara e ao mesmo tempo como várias Marias, guerreira, mulher, mãe, esposa e trabalhadora.
*** Dona Maria era amor, e esse amor ela passou bem aos filhos e filhas, todos foram amados, todos foram queridos, todos foram alimentados com os melhores sentimentos do mundo. Ah dona Maria!Maria de nome como tantas, mas Maria de ações como poucas. Maria de nome, Maria de alma, Maria mulher. Às vezes me pego pensando na dona Maria, a mulher q me ensinou o valor do amor, a mulher q enquanto viveu me amou como poucos amariam. A saudade que sinto de dona Maria não pode ser traduzida em palavras, é uma saudade q se é sentida todos os dias, com o pesar da ausência mas com a alegria de quem teve de mestra a maior das mestras. Dona Maria trouxe pra minha vida luz, me ensinou ser estrela e portanto ter luz própria. Dona Maria às vezes ralhava com os outros, dizia tb algumas verdades; doesse a quem doesse, nem sempre as pessoas estavam prontas ou dispostas para ouvir as palavras francas q dona Maria dizia. Dona Maria estava muito a frente de seu tempo. Ela era amor e nunca guardava raiva.
*** Mulheres como dona Maria marcam a vida da gente de tal forma q não há tempo q apague essa marca, não há tempo q enfraqueça sua essência, não há tempo q tire a saudade q eu tenho da dona Maria. Algumas pessoas dizem q eu tenho muito da dona Maria, e é uma honra sem tamanho ser comparada a ela, mulher reta e doce. Dona Maria tinha o dom da cozinha, não havia segredo numa torta, num bolo, a comida q fosse, ela a desvendava com maestria. Ela era mesmo uma maga da cozinha. Dona Maria nos alimentava com sua farta comida, nos alimentava em amor, mas mais q isso, dona Maria era professora, nos ensinava ser gente. Desse tipo de gente rara, gente trabalhadora, honesta e de coração puro. Gente disposta a ajudar os outros, gente direita e gente q se errava, não o fazia por mal nem o fazia de coração duro ou negro.
*** Quando dona Maria se foi, uma parte de mim morreu, perdi o chão, era como se eu não entendesse mais quem era e quem poderia ser. Anos mais tarde q pude perceber q mesmo não estando presente, dona Maria, minha avó, tinha deixado pra mim o maior legado q alguém pode deixar, lições de amor incondicional, amor pela vida e pessoas e o mais importante de tudo ser feliz mesmo qdo a infelicidade bate insistentemente a porta. Ah vovó querida, vc me deu algo q dinheiro nenhum no mundo pode comprar, me deu amor e me ensinou amar. Agradeço a papai do céu por vc ter sido a minha VOVÓ. Amo-te sempre, e não há nada nesse mundo q tire de mim a sua presença, sua paciência, seu carinho, os cantos de ninar, a comida dada na boca, seu olhar forte e marcante. Não há nada no mundo q tire de mim a dulcíssima saudade de Dona Maria.
*** Dona Maria era amor, e esse amor ela passou bem aos filhos e filhas, todos foram amados, todos foram queridos, todos foram alimentados com os melhores sentimentos do mundo. Ah dona Maria!Maria de nome como tantas, mas Maria de ações como poucas. Maria de nome, Maria de alma, Maria mulher. Às vezes me pego pensando na dona Maria, a mulher q me ensinou o valor do amor, a mulher q enquanto viveu me amou como poucos amariam. A saudade que sinto de dona Maria não pode ser traduzida em palavras, é uma saudade q se é sentida todos os dias, com o pesar da ausência mas com a alegria de quem teve de mestra a maior das mestras. Dona Maria trouxe pra minha vida luz, me ensinou ser estrela e portanto ter luz própria. Dona Maria às vezes ralhava com os outros, dizia tb algumas verdades; doesse a quem doesse, nem sempre as pessoas estavam prontas ou dispostas para ouvir as palavras francas q dona Maria dizia. Dona Maria estava muito a frente de seu tempo. Ela era amor e nunca guardava raiva.
*** Mulheres como dona Maria marcam a vida da gente de tal forma q não há tempo q apague essa marca, não há tempo q enfraqueça sua essência, não há tempo q tire a saudade q eu tenho da dona Maria. Algumas pessoas dizem q eu tenho muito da dona Maria, e é uma honra sem tamanho ser comparada a ela, mulher reta e doce. Dona Maria tinha o dom da cozinha, não havia segredo numa torta, num bolo, a comida q fosse, ela a desvendava com maestria. Ela era mesmo uma maga da cozinha. Dona Maria nos alimentava com sua farta comida, nos alimentava em amor, mas mais q isso, dona Maria era professora, nos ensinava ser gente. Desse tipo de gente rara, gente trabalhadora, honesta e de coração puro. Gente disposta a ajudar os outros, gente direita e gente q se errava, não o fazia por mal nem o fazia de coração duro ou negro.
*** Quando dona Maria se foi, uma parte de mim morreu, perdi o chão, era como se eu não entendesse mais quem era e quem poderia ser. Anos mais tarde q pude perceber q mesmo não estando presente, dona Maria, minha avó, tinha deixado pra mim o maior legado q alguém pode deixar, lições de amor incondicional, amor pela vida e pessoas e o mais importante de tudo ser feliz mesmo qdo a infelicidade bate insistentemente a porta. Ah vovó querida, vc me deu algo q dinheiro nenhum no mundo pode comprar, me deu amor e me ensinou amar. Agradeço a papai do céu por vc ter sido a minha VOVÓ. Amo-te sempre, e não há nada nesse mundo q tire de mim a sua presença, sua paciência, seu carinho, os cantos de ninar, a comida dada na boca, seu olhar forte e marcante. Não há nada no mundo q tire de mim a dulcíssima saudade de Dona Maria.

