Este é mais um conto das peripécias da menina alva e seu amado.
Por Fernanda Souza.
Por Fernanda Souza.
ps: Se alguem ler esse conto peço q comente por favor.Obrigada.
***Era uma quarta feira como outra qualquer, aliás todo dia era um dia qualquer qdo não estava na presença do amado. As horas eram horas quaisquer, não havia nenhuma beleza extraordinária na vida, somente a beleza de sempre. A luz a seus olhos não era mais clara nem tão brilhantes. Era só mais uma quarta feira como todas as quartas do ano, nada de mais, as mesmas coisas tinham q ser feitas, com pressa ou não, tinham q ser feitas.
***Sua respiração era profunda, como a perda de um ente querido, todas as cores eram sem cores, ela funcionava como q por inércia, como um mecanismo automático. Talvez ela realmente tivesse se programado pra se tornar apática a tudo q não trouxessem nenhum significado a mais na vida.Você pode estar se perguntando como ela classificava as coisas com e sem significado....aparentemente havia significado pra ela tudo q a fizesse sentir o aroma das flores, ver a vida em cores fortes e vibrantes, e ele tinha esse poder sobre ela. Era quase como se a vida se reduzisse sem ele. Os bebês a fazem feliz também, aliás, qualquer criança tb tem esse poder sobre ela, e é na pureza e delicadeza da face de uma criança q a alegria da vida se inicia.
***As coisas tinham q ser feitas e eram feitas, com ou sem alma. Compromisso era compromisso. O fato q mais chama minha atenção sobre sua existência é a pureza de sentimentos q ela tem , pelo menos tinha até a época q a conheci. Era interessante ser uma mera espectadora de sua vida, e perceber em cada vão momento, q ele não era tão vão assim, era a vida de uma pessoa como outra qualquer q ama, sofre e se alegra. Realmente ela não sabe e nunca soube fingir sobre o que a alegrava e desagradava. E estar sem ele, definitivamente a entristecia e como mecanismo de autodefesa ligava o piloto automático da vida.
***Mas essa quarta não seria mais uma como outras tantas, seria uma quarta de libertação, a quarta feira q mudaria toda sua vida, pois mais tarde ela teria um encontro com o rapaz, mas é claro q nem ela sabia q teria. Ao tardar da noite de quarta ela recebeu um telefonema daquele q seria o motivo de toda sua alegria sentimental, aceitou se encontrar com ele. Ele como um bom cavalheiro a buscou e foram a uma linda praça sentir o frescor da noite, entre olhares, mãos apertadas, corpos abraçados, eles pareciam se acertar perante tanta crise e dificuldade imaginária, imaginária pq havia fantasmas q a atormentavam a vida, e a noite seguia. Ela irresistível pra ele, ele não se continha e nem moderava as palavras. Ela era seu objeto de desejo, dos mais puros aos mais sórdidos. O rapaz não escondia em seu olhar o desejo de possui-la, não escondia o desejo q tinha por sua boca. Tantas foram as vezes q ele quis só toca-la, o simples ato de tocar já lhe bastava na necessidade de possuí-la.
***Eles conversaram, ela perguntava coisas as quais ele não queria responder, e a partir daquele instante ela sentiu q as coisas estavam estranhas mesmo havendo tanta paixão e desejo entre eles. Ele decidiu q estava cansado e a levou pra casa. O rapaz mudou totalmente seu semblante e com um olhar distante ele deixou q ela se fosse, e essa quarta foi a ultima vez q fui espectadora daquela ESTORIA de amor. E depois de muito desgaste houve um fim físico.

