Sinto-me como aquela criança abandonada de anos atrás mas com a diferença de que hoje eu tenho condições reais e concretas de me defender. Mas eu poder e saber me defender não me impede de sentir, de ter sentimentos, só me dá a opção de que tipo de sentimentos eu terei. E ainda assim eu insisto em fazer péssimas escolhas e me deixo levar pelo sofrimento. Estava pensando esses dias que meu maior inimigo/inimiga sou eu mesma, uma vez que eu tenho o poder de decidir quais rumos a minha vida irá seguir, mas a menina pirracenta que mora em mim insiste em querer td de mão beijada e não correr riscos. Essa mesma pentelha me deixa confundir td q sinto e me faz sentir falta de doces ilusões, muito doces por sinal, que insistem em morar em minhas memórias. Dificil é saber o que fazer com memórias ilusórias q trouxeram sentimentos e sensações tão reais.Eu tenho/preciso parar de me deixar levar por palavras irreais....Vivo no mundo dos vivos e não de bites.Preciso da certeza do existir ainda que de forma torta e estranha, o q não posso assimilar é a incerteza, aquele q fica de cima do muro....Até os máximos estados de emaranhamento, estatiticos, ao serem medidos retornam resultados...afff.....detesto pessoas o tempo toda quanticas. Até o quantico cansa, pq até mesmo estamos acostumados com o clássico, é o clássico que permite a existencia da vida e a lida diária.....a probabilidade nos dá a chance de sonhar mas é o clássico que define o que seremos e o quereremos pra nós mesmos.
Eu quero a alegria de uma estrada tranquila, livre se emoções, exceto as emoções de ver um pássaro cantando em minha janela numa manhã de sol. Quero a excitação de ver nos olhos de meus alunos que aprenderam, quero a alegria de uma tarefa realizada, do suor do meu trabalho. E eu ainda me pergunto o que fazer quando a felicidade é roubada? Refaça a felicidade, ela depende do que vc quer pra vc. Hj decidi fabricar minha própria felicidade e vou buscar ajuda no dia a dia, nas pessoas reais que gostam de mim. Com ou sem vc, vou ser feliz.
Boa Noite.

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