Por
Fernanda Souza
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****Gostar, estar junto de alguém, querer compartilhar não é uma coisa muito fácil, eu me fecho e perco as oportunidades. O medo é uma situação q me domina, imobiliza, trava mesmo, e eu continuo me esquivando da vida, reclamando o q não tenho, mas não me esforço pra ter o q quero. É... a lógica do cabide humano segue intacta e com força total, tenho a sensação de q as vezes é mais fácil escrever do q falar o q to sentindo. Poderia até dizer q me transformei em algo q nunca quis ser, q to disforme de sentimentos e sensações. Sabe àquelas pessoas feias, desprovidas de uma luz interna, pois é, as vezes acho q me comporto assim, e sigo destruindo td a minha volta antes mesmo do q eu tenha, isso pra não perder algo q eu poderia ter. Ver as pessoas q eu amo, mexe de mais comigo, o orgulho barra a felicidade, e eu fico de longe como espectadora de mim, perdendo cada capítulo da minha vida. Quais são as coisas q eu queria pra mim? Um emprego?Uma casa?Um carro?Um corpo escultural?Um amor?Uma família?Filhos?As vezes acho q sim....aí eu decido q não, e sigo sozinha, vazia e metendo os pés pelas mãos.
****Se eu marco as pessoas, elas tb me marcam, e de uma forma q nem imaginam. Como diz Daniela, eu não dou conta de muita coisa qdo me refiro a felicidade, ao prazer, diversão, só sei trabalhar, ir pra faculdade....e onde ficam as coisas legais na minha história? Ontem eu bolei a teoria do NÃO SEI, funciona assim, a vida tá uma bosta mas vc não faz nd pra mudar então num pode nem reclamar, daí pra não por a teoria do cabide em prática, e ficar dependurando nos outros seus lamentos....vc taca um sonoro NÃAAAAAAO SEI!!!! E de acordo com meu amigo Daniel, pode funcionar como algo mais tranquilo tb, sem stress, do tipo Não Sei, relaxa meu....Vamo ver até qdo isso vai dar pé? Vai um chicletinho aê?


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