sexta-feira, setembro 01, 2006

Assim como uma casinha velha



Por
Fernanda Souza
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***Hj passando pelas ruas de BH, me deparei com uma das casas q mais gosto, não entendo nd de arquitetura mas arrisco dizer q talvez seja uma casa centenária,linda, lindíssima.Esta casa me trás uma paz, sentimentos bons, alegria, inexplicável. Ao passar por ela não resisti e tirei uma foto, pena q estava somente com meu celular,mas prometo tirar uma outra e aqui postar, contudo dá pra ter uma idéia do q estou falando.
***E ainda mais hj, q me sentia frágil, necessidada de um conforto espiritual, tive a oportunidade de por lá passar e sentir td aquele clima de amor, contemporaniedade, de coisas q resistem ao tempo.Assim como meu amor tem resistido por quem não gosta de mim, pra quem não me dá a mínima, pra quem me ignora e outras preocupações têm.Doi e como doi.Pensei q a essa altura já estaria vacinada,senão superada tda a dor, tda a saudade q eu sinto,saudade daquilo q eu nunca tive e não poderei mais ter.
***E nesse momento me resta projetar em mim mesma todas as expectativas q eu possa vir a ter nessa vida, de tdos meus planos,sonhos, desejos...enfim, coisas minhas.Mas ver essa casinha, tão antiga e confortante, tda original, me fez acreditar q há esperanças, q tem coisas q perduram, até amores impossíveis, e se perdurar, q perdure, em mim.Qto a meus objetivos, talvez demore mais, menos, sei lá, mas basta ser persistente,contemporâneo de tds os tempos.Mas será ser possivel ser contemporâneo em outros tempos?Acredito q sim, basta fazermos nós mesmo o nosso momento.
***Não posso mais esperar q me vejam.Eu me vejo e isso basta.Vejo tb planos, sonhos dourados, cheios de luz como uma estrela, q possui brilho próprio.Ai ai ai q energia é essa q flui e me enunda de esperanças maravilhosas, uma promessa de dias melhores.E assim como uma casinha velha eu resisto.

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