Por
Fernanda Souza
********************************************
***Ilhada, alagada e presa em meus problemas e pensamentos percebo q minha forma avaliativa dos fatos tende ao tradicionalismos das avaliações.Como bom e típico ser humano tenho a tendência a distorcer os fatos e buscar um alívio às minhas dores, isso quando não apelo ao extremo de me crucificar no sentido bíblico da palavra, numa tentativa desesperada de por em mim tda a culpa dos fatos.Ontém conversando com um grande amigo, ele me disse q o problema era meu e em mim, mas discordo em parte dele pois, não somos sistemas fechados e em algum momento da vida interagimos com os outros e nisso resultou uma reação, é claro q a cada ação corresponde uma reação de mesmo valor, mesma direção, sentidos opostos e em corpos distintos.Mas temos também de lembrar que as coisas acontecem AOS PARES NÉ!!!
***E partindo desse pressuposto das coisas acontecerem aos pares, me pego pensando nos infinitos pares q formei e formarei na vida, seja na amizade, no amor, na vida profissional...blá blá blá, e vejo q atitudes nossa, interprete se quiser como ações, voltam sobre nós de uma forma as vezes agradáveis outras vezes nem tanto, interprete como reação.E daí vamos levando como nos convém e da forma q sabemos.Daí vem a origem de formas avaliativas dos fatos um tanto deturpadas,por vezes impróprias e muitas vezes nem um pouco avaliativas.Como medir os sentimentos?Como entender o q aconteceu se não temos de fato uma máquina q avalia o amor, a amizade, enfim, os sentimentos.Ficamos em expeculações e formulações de hipoteses sobre nós mesmos e os outros, e fica cada vez mais difícil e complexo processar os sentimentos numa tentativa absurda e mecanicista das coisa.Q triste pra mim é pensar q eu tento decodificar os sentimentos dos outros, tento saber o q eu significo de fato, ou até signifiquei.Vc pode estar pensando q isso é uma insegurança minha, mas é mesmo, e acredito q todo mundo tem isso, alguns como eu a manifestam em alto e bom tom, outros as escondem numa vergonha estranha e absurda.Há muito eu pus na sacola meu orgulho q me faz perder coisas na vida, e acho q me sensibilizei mais, e a cada dia me torno um pouco melhor.Longe se ser perfeita, pois isso só existe em modelos científicos, eu sinto q aprendo mais e mais, mas tb me deparo com meus limites e as vezes retrocesso....mui mui mui triste mesmo qdo isso acontece, qdo eu não consigo romper determinadas bareiras...
***Aff mas isso é viver e ser humano, experenciar as coisas, e lutar pra desvendar mistérios em nós mesmos, nos outros, no universo.Meu rosto fica triste qdo eu penso nos limites q não consegui vencer ou ainda não consigo vencer, e pior, fica mais triste ainda qdo tentei vencer e tomei atitudes errados.Enfim como avaliar sentimentos?Seria Freud capaz de avaliar SENTIMENTOS?O mais competente psicanalista/psiquiatra/psicólogo seria capaz de AVALIAR SENTIMENTOS?Ou seria ele um identificador de pares de ação e reação?Acho q está mais pra identificador dos pares q um decodificador da vida.Imagino q essa decodificação seria a retirada total de uma maquiagem q nos esconde, ou melhor a retirada total das máscaras.Mas nenhum ser humano é capaz disso fazer, pois na posição de pessoa, somos elementos do sistema, e uma particula não realiza torque sobre si mesma, forças internas não alteram o momento total do sistema....Ixi, quem seria a força externa então?E eu fico aqui ilhada, alagada de sentimentos e sesações q mal posso entender...por fim presa, melhor, uma particula confinada, e ainda por cima descrita pela equação de onda,em uma forma estacionária mesmo(ondinha ondinha estacionária).

Nenhum comentário:
Postar um comentário